
Assistimos no domingo (26/09) ao vídeo que o Daniel Ignacio fez sobre Triunfo, segundo distrito de Madalena. A história, baseada em fatos reais, é encantadora. Aconteceu no século 19, quando o lugar ainda se chamava Itapoá. Uma epidemia de febre amarela dizimava a população. Uma mulher misteriosa, que ninguém sabe bem de onde veio, prometeu a São Pedro que ergueria uma capela em sua honra se o sofrimento terminasse, se ele permitisse ao povo “esse triunfo”. Dito e feito. Itapoá se tornou a vila de São Pedro do Triunfo.
Daniel, que cresceu ouvindo essa história, entrou pela primeira vez num cinema quando já era adulto. Teve que viajar a Macaé, pois não há cinemas em nossa região. Meteu na cabeça que ia fazer um filme. Em 2008, ele soube que o Ministério da Cultura selecionava projetos de moradores de cidades de até 20 mil habitantes. Inscreveu-se e foi selecionado. Largou o emprego e passou 15 dias no Rio aprendendo as técnicas básicas da arte cinematográfica. “Não foi nada fácil. Gastava horas escrevendo o roteiro, quando mostrava ao professor ele dizia: ‘Está uma porcaria, escreve de novo’”.
Na Biblioteca, Daniel nos contou a aventura que foi fazer um filme de época, que exigiu cuidadosa reconstituição de cenários e figurinos, e usando os amigos e vizinhos como atores. Às vezes, no meio da gravação, passava um carro de som com propaganda política e eles tinham que recomeçar tudo. Toda a população de Triunfo e adjacências se mobilizou, até as cozinheiras que fizeram a comida de atores e técnicos trabalharam de graça. Mas valeu a pena. O vídeo “Triunfo – O início de uma tradição” tem sido exibido em todo o Brasil no Circuito Revelando os Brasis.
Da gostosa conversa com Daniel participaram também a Cecilia, diretora da Escola Corregio de Castro, que faz um criativo trabalho educacional em Triunfo; o Cleiton, filho da Cecilia; e o Ciro, que ajudou muito na produção do filme do Daniel. Aliás, o Ciro deu um grande presente à nossa Biblioteca: uma pequena câmera digital de vídeo, com a qual nós também vamos fazer um filme. Daniel vai nos ensinar a editá-lo. Certamente não vai ser tão bom quanto “Triunfo – O início de uma tradição”, mas já será um começo, não é mesmo?
Em tempo: a foto aí de cima foi feita pela Carine. Valeu, Carine!
Daniel, que cresceu ouvindo essa história, entrou pela primeira vez num cinema quando já era adulto. Teve que viajar a Macaé, pois não há cinemas em nossa região. Meteu na cabeça que ia fazer um filme. Em 2008, ele soube que o Ministério da Cultura selecionava projetos de moradores de cidades de até 20 mil habitantes. Inscreveu-se e foi selecionado. Largou o emprego e passou 15 dias no Rio aprendendo as técnicas básicas da arte cinematográfica. “Não foi nada fácil. Gastava horas escrevendo o roteiro, quando mostrava ao professor ele dizia: ‘Está uma porcaria, escreve de novo’”.
Na Biblioteca, Daniel nos contou a aventura que foi fazer um filme de época, que exigiu cuidadosa reconstituição de cenários e figurinos, e usando os amigos e vizinhos como atores. Às vezes, no meio da gravação, passava um carro de som com propaganda política e eles tinham que recomeçar tudo. Toda a população de Triunfo e adjacências se mobilizou, até as cozinheiras que fizeram a comida de atores e técnicos trabalharam de graça. Mas valeu a pena. O vídeo “Triunfo – O início de uma tradição” tem sido exibido em todo o Brasil no Circuito Revelando os Brasis.
Da gostosa conversa com Daniel participaram também a Cecilia, diretora da Escola Corregio de Castro, que faz um criativo trabalho educacional em Triunfo; o Cleiton, filho da Cecilia; e o Ciro, que ajudou muito na produção do filme do Daniel. Aliás, o Ciro deu um grande presente à nossa Biblioteca: uma pequena câmera digital de vídeo, com a qual nós também vamos fazer um filme. Daniel vai nos ensinar a editá-lo. Certamente não vai ser tão bom quanto “Triunfo – O início de uma tradição”, mas já será um começo, não é mesmo?
Em tempo: a foto aí de cima foi feita pela Carine. Valeu, Carine!


Era uma vez um chapeleiro que morava na cidade de Madalena. Mas ele não tinha condições de fazer mais chapéus, porque já estava cansado. O chapeleiro, porém, tinha um filho, que resolveu montar uma fábrica. Para isso, ele viu que ia precisar de muitas pessoas. A fábrica começou a vender tanto que passou a exportar e a comprar caminhões para distribuir a produção e a cidade começou a enriquecer. Sempre com o filho do chapeleiro no comando, a fábrica foi crescendo e ganhando vários departamentos, sendo um especial só para bonés (mas o Edimilson não comprava lá...). Começou a vir gente de fora para a cidade e a família ficou muito bem. O filho ajudava todo mundo e o pai ficou muito feliz. Num dia chuvoso, o chapeleiro morreu, tranquilo. 